Os originais de Zéfiro estão na estante mais escondida do sebo mais distante. Ou com colecionadores. Hoje, você pode comprar reedições das revistinhas com a editora carioca A Cena Muda. Mas o jeito mais fácil e barato de ler sua obra é no site carloszefiro.com, do colecionador norte-americano Dave Braga. Dê uma passada por lá e depois volte aqui para comentar a história que você mais gostou – ou a frase mais picante que encontrou
lembro-me que havia um colega na Francisco Leitão (bairro de pinheiros próximo á praça Portugal onde pegávamos carona para ir ao Ibira, a fim jogar bola ou empinar quadrado )um colega chamado Márcio, batia tanta mas tanta punheta que chegou a sair sangue. O Márcio era de biotipo curvilineo e de tanto ler Carlos Zéfiro, tornou-se normolineo e doente tbm .Ficou vários dias acamado……hehe .
Era moleque em meados dos anos 60 quando conheci os catecismos do Zéfiro, nem sabia o que era punheta, mas me excitava muito, sem dúvida. “Conheci” um corpo feminino através dos gibis dele. A sensação do proibido, da transgressão na infância é insuperável. Agora adulto na meia idade quase não há o que transgredir com as opções sexuais feitas, revistas em profusão, vídeos, dvds, internet. Muito bom o trabalho de vcs em recuperar esta memória erótica.